7 de maio de 2011

Cupacakes para Meninas Boazinhas...fazerem para o Dia das Mães....

Queridas fãs,

Já deu para notar que eu sou meio paranóica por Cupcakes, não é? A minha pesquisa é constante, e não posso deixar de partilhar com minhas queridas... modelos lindas para vocês fazerem para o Dia das Mães.






Agora olhem esta mesa que saiu no Blog da Lalá e eu não pude deixar de partilhar com vocês! Corram e façam para as mommys!



Cupcake para meninas más!


Parece que mundo inteiro se rendeu aos bolinhos fofos. Qualquer festa que você vá, lá estão eles… Em London não é diferente. Bem, é um pouco diferente – como tudo na Inglaterra. Enquanto os tradicionais cupcakes tem decoração gracinha, com granulados fun e coberturas coloridas, os bolinhos londrinos não. At least não na Cox Cookie & Cupcakes, confeitaria especializada em doces sexy. O Titty Cake, que tem formato de peito, é um dos best-sellers da loja assim como o Man Cake, com confeito de peitoral sarado. Até mesmo o décor do espaço não tem feminices. É tudo preto com letreiros em néon, bem Red Light District de Amsterdam. A confeitaria é do shoe designer inglês Patrick Cox e o patissier francês Eric Lanard, quem fez o bolo de casamento da amiga e celeb Elizabeth Hurley.Quando forem para Londres, passem lá: 13 Brewer Street, Londres.





5 de maio de 2011

Amo Todos os Comentários!!


 
Queridos fãs, este post é para agradecer cada palavra carinhosa, cada comentário, cada particpação  que voces fazem no meu Blog. Fico alegre assim...(acima)..e o meu coração fica lotado de amor, carinho e satifasção por estar atingindo o meu objetivo, que é estabelecer uma parceria positiva com quem lê o que escrevo. Fico com vontade de checar toda hora se tem algum comentário, de ler o que vocês estão achando. Obrigada galera! vou continuar a me esmerar para que, a cada dia que passa, meu Blog ficar mais e mais totally cool!

A luz que vem de dentro...Paris, uma cultura e seis hotéis conceito.

"A verdadeira Viagem é penetrar a epiderme e mergulhar nas entranhas do destino. O destino pode ser onde você tenha chegado ou simplesmente o que estará para acontecer do agora ao resto de sua vida."
 

 
Paris, a cidade Luz é o sonho de todas nós, mulheres. Desde a juventude a gente fica louca para conhecer a cidade que abriga tantos amores, romances e histórias ao longo do tempo. Eu aos 13 anos, li uma série de livros que se chamava - Angélica, a Marquesa dos Anjos. Eram 13 livros, eu acho, que contava a saga de uma moça lindissíma. A história nos leva a França de Luiz XIV, o lendário "rei sol" desde sua infância até seu apogeu. As intrigas nos corredores do Louvre influenciam a vida de todos os súditos, desde os mais abastados até os menos favorecidos pela boa fortuna. Aqui aparece nossa heroína, criança ainda, correndo descalça e descabelada pelas terras de seu pai, Barão de Sancé, nobre arruinado e proprietário de um castelo campestre na aldeia de Monteloup no Poitou. Angélica tem um gênio forte, apurado senso de justiça e uma teimosia que achei igual à minha! Cabelos claros, fartos e revoltos, tez queimada pelo sol de tanto correr pelos campos, o que ressalta seus assustadores e intimidantes olhos, cor de um verde azulado esfuziante e sensual, mas que só conhecerão sua força anos depois. Uau, gostaram da minha heroína? Amei ler tudo e me apaixonei pela história!
Angélica é usada como moeda de troca, pois seu pai decide casá-la com um Conde Toulossano de grande influência e muito rico, Joffrey de Peyrac. Aos 17 anos a menina aceita fazer parte da transação, por entender que neste gesto esta a salvação da família: seus irmãos serão enviados para o colégio e as meninas para o convento.
Acontece que o Conde não tem boa fama e os rumores sobre sua feiúra e malvadeza chegam até Angélica que se vê obrigada a honrar o compromisso casando-se por procuração. Ao chegar às terras do marido, é recebida por ele efusivamente, porém o trata de maneira fria e se mantém reclusa. Sem saber, ela é recebida nos domínios da Gaia Ciência, ambiente criado por seu marido onde se exaltam as delícias do amor. O tempo passa e Angélica é seduzida por seu marido que usando um artifício a beija apaixonadamente. A partir dali a paixão cresce meteoricamente e pelo resto de sua vida este homem terá presa junto a si a alma de Angélica. Os rumores de tanto fausto e sucesso chegam aos ouvidos do jovem rei Luiz XIV que decide conhecer o palácio da Gaia Ciência. O casal não mede esforços para receber a corte, porém isto desperta ciúme no Rei e inicia então uma conspiração para suprimir este súdito tão mais rico que sua majestade. As intrigas culminam com um julgamento, sendo Peyrac acusado de feitiçaria e queimado na Prace de Grève. Angélica, grávida de seu segundo filho é abandonada por todos e desesperada vê seus bens confiscados pelo rei ficando a mercê de uma vida de proscrita, condenada por ser a esposa do grande feiticeiro, processo onde nem toda a argumentação e provas contrárias conseguem libertar seu amado. Desesperada, Angélica procura refúgio no Hôtel-Dieu, hospital onde eram recebidos aqueles que não dispunham de meios para enganar a morte. Ali nasce seu segundo filho e Angélica após este suplício desaparece em Paris. .....Bom, querida fãs, este é o só primeiro livro!!! Aprendi a história da França como ninguém, e a primeira que pisei naquele País já o conhecia de cor e salteado. Existem muitas Paris, e cada um tem a sua, não é mesmo? Eu tenho a minha, e todas as vezes que lá estou faço a mesma coisa, e distribuo minha lista de dicas para Deus e o mundo, mas não resisto e passo, a seguir, a relatar lugares super cool e totalmente na moda, para quem gosta e caminhos alternativos.
 
Paris, uma cultura e seis hotéis conceito. 
Se Paris já não vive o epicentro,  sobrevive o charme de sua cultura auto-centrada.
 

Paris nasceu centro. E pariu o Existencialismo, o Romantismo, a Belle Époque e tantas outros movimentos. Consagrada pelos maiores nomes da literatura e da história, já "valeu uma missa" e já foi "uma festa". Acompanhada de um povo levemente reclamão - misto de uma nostalgia de um dia ter sido um a primeira economia do mundo com o puritanismo de querer fazer viver uma "Velha França" (que se perde entre levas novos habitantes globalizados), a cidade não perde sua beleza e diversão.
Por trás das largas avenidas com fachadas suntuosas e tapetes de veludo, a cidade é repleta de ruelas, padarias, docerias e até pequenos prostíbulos por cujas camas passaram Toulouse Lautrec e morreu D. Pedro II e outros homens que viveram os anos dourados do absinto de Montmartre. Numa cidade que pende paradoxalmente entre o passado e o futuro, nenhuma janela e nenhuma fachada acontecem por acaso: se você compra um apartamento e deseja construir uma sacada, seu projeto precisa ser aprovado por um comitê responsável pela unidade estética da cidade. 

Chame de  "frescuras" ou não,  Paris é um dos destinos preferidos de uma nova geração de consumidores de luxo - filhos de baby-boomers bem posicionados no mercado de trabalho de comunicação, finanças e artes. Esses novos consumidores buscam estar bem instalados, hospedando-se em hotéis que, de tão diferentes, às vezes questionam o próprio termo "hotel". Monumentos do exotismo, são hospedagens que ora têm a forma de bar,  spa e até galeria de arte.   

O Kube, um desses lugares, é um hotel de proporções geométricas que parece saído de um filme de ficção científica dos anos 60. Com um bar totalmente congelado e esculpido em gelo no subsolo, o lugar é um sucesso tão grande que não existem entradas sem reservas prévias. Entretanto, o acesso é garantido para aqueles que estão hospedados no hotel. Os quartos tem aspecto minimalista e as camas são suspensas, no melhor estilo do design clean escandinavo. No 18eme, fica pertinho da Sacre Coeur e de Pigalle, rua do famoso moinho do Moulin Rouge (que deu forma ao famoso filme que conhecemos). A fachada do hotel é de um clássico prédio parisiense: arquitetura haussmaniana cheia de rococós.

Ainda em Montmartre, Hotel Particulier é um ponto em comum entre Banksy e Maria Antonietta, se é que isso é possível. Decorado com obras de arte, o hotel não peca no exagero e mantém o preciosismo que é típico da cidade. Rococó na armação das camas, floreados nos cantinhos dos travesseiros e um toque de arte contemporânea, tudo faz jus à simetria da cidade onde todas as árvores são plantadas com distâncias iguais entre em si. A síndrome francesa com alinhamento é tão grande que o Arco do Triunfo, o Arco da Defesa, o Obelisco, A Champs Elysées, a Roda Gigate e o Louvre estão posicionados de maneira tão alinhada que juntos formam uma linha reta.

Hotel Kube Paris: Futurismo e Ice Bar

Hotel Mama Shelter e Hotel Particulier: Ultra descolados


Por falar em artistas, o super badalado designer Philip Stark é o responsável pela decoração do Mama Shelter, que já ganhou prêmios e indicações importantes no conceito de design de hotelaria. Longe do centro da cidade (e das multidões de turistas que aterrisam todos os dias), o hotel permite a vida cotidiana de um bom bairro parisiense, com o pão matinal mal embalado e as primeiras movimentações das igrejas cujos sinos tocam alegremente pra anunciar o início do dia. Os quartos são o suprassumo do que o design contemporâneo pode oferecer: formas arredondadas e muitas cores.
Já no quesito romance, Amour Hotel é um hotel que presta homenagem ao sentimento mais poetizado (e talvez mais primitivo) da humanidade: o amor. Em paris foi feita a fotografia de beijo mais famosa do mundo. Essa foto, que foi tirada pelo célebre Doisneau, representa um clichê que os parisienses não tem nenhuma vergonha de ostentar: viver em uma cidade romântica. Como a Pont des Arts, com seus vários cadeados lacrados por amantes que tocam as chaves na água pra simbolizar a eternidade da relação. No Amour hotel, os quartos brincam com cores e traços diferentes, apesar da grandiosidade da idéia residir na simplicidade de ser um hotel dedicado ao amor. Sua fachada é extremamente simples e os preços são relativamente tranquilos. O hotel foi fruto de um grande buzz na mídia quando foi inaugurado por que seus cômodos podiam ser bookados por hora - algo que para nós, brasileiros, não é exatamente chocante: basta substituir o H por M na palavra Hotel e voilà, tudo faz sentido.
Localizado no Quartier Latin, Le Prince Régent é um hotel que não chama seus quartos de quartos, mas residências. Com direito à todo o staff necessário para massagem e relaxamento, o hotel tem uma piscina no subsolo que remonta às antigas termas romanas de pedra. Apesar da boa localização, é o tipo de lugar que não dá a seus moradores uma razão para sair de casa. Faz parte de uma série de hotéis que têm como princípio o relaxamento e bem-estar extremo de seus hóspedes. 
Outro exemplo de hotéis-relaxamento é o Hotel Gabriel, que é um lugar dedicado à desintoxicação e ao sono daqueles que precisam - ou apreciam -  um repouso. Com cama e sistema de sono desenhado por um especialista francês, os quartos tem iluminação, sonorização e travesseiros que se adaptam para os ciclos de sono dos seres humanos. No bar, drinks dos mais variados, incluindo água revigorante extraída do interior de um Iceberg. 
Levando-se em conta que o termo para cidade em francês é "ville", estar em Paris é descobrir como a língua pode trazer uma conotação diferente para uma mesma palavra. Pelas redondezas da cidade que pariu o século das luzes tudo tem um clima Glocal, que é o ponto em coum entre o global e o local: cardápios do McDonalds apresentando doces inventados por um padeiro francês do século XVIII  (o popular Macarron) até lojas e restaurantes que aceitam a presença de cachorros (prática proibida na maioria dos países do mundo). 
Se o moinho do Moulin Rouge brilha tanto quanto no filme, resta passar pela cidade pra conferir. Os lugares mais diferentes para se hospedar você já tem.

Piscina do Hotel Prince Regent: Assim fica fácil evitar a fila da Torre Eiffel
    

4 de maio de 2011

Para as Grávidas...Baby Sling ou Wrap


A foto acima está nos sites dos principais jornais franceses. Ela retrata a deputada italiana Licia Ronzulli durante a sessão plenária de hoje do Parlamento Europeu, em Strasbourg, que foi aplaudida pelos seus colegas ao aparecer com seu bebê de apenas um mês, momentos antes de reivindicar melhoria dos direitos trabalhistas para as mulheres. Todas as vezes que viajo vejo toas as mães usando o Baby Sling e me pergunto: por que as Brasileiras ainda não aderiram? Lógico que aqui temos babás, que podem empurrar seus carrinhos, mas caso algúma gravidinha resolva inovar, aai vai a dica:
Conheço a Tatiana, que faz lindos e charmosos baby wraps. O telefone dela é 96145010, e tem a facilidade que ela entrega e que leva na sua casa. Tudo super personalizado. 
Os preços vocês acham no link:
http://maeguru.wordpress.com/2010/01/23/atencao-tabela-de-precos-de-taxa-de-entrega-no-df/

Vocês vão poder conferir abaixo o que as celebrities estão usando, usando o baby wrap, ou baby sling para carregar seus bebzinhos lindinhos bem grudadinhos! Luv ya guys!!




 Nas fotos abaixo, o modelo que a Tatiana faz, totally cool

3 de maio de 2011

As Fantásticas Irmãs Miller

A história das Irmãs Miller faz a delicia de qualquer colunista social. Pia Christina, Marie Chantal e Alexandra Natasha nasceram, respectivamente, em 1966, 1968 e 1972 no seio da família Miller: O americano Robert Miller e Maria Clara Pesantes Miller, pais das conhecidas pelo high society nova yorquino, como as ''irmãs Miller''.
Chiquérrimas, classudas, loiras, lindas, milionárias e super bem comportadas. O pai, Robert, nacionalizado Inglês, era o Rei dos duty free.A mãe, a equatoriana Chantal Pesantes, uma perfeita esposa e mãe de família, linda e educada, com armários recheados de modelos de alta costura.

Marie-Chantal da Grécia

As três irmãs eram bombardeadas com convites para  bailes e festas, e os pretendentes começaram a rodea-las como moscas no mel. Nem todos eram aprovados pelo Pai Miller, que se encarregou de botar para correr os que eram caça fortunas.
as Miller no dia do casamento de Marie-Chantal (Londres, 1995)
Quando as três alcançaram a maioridade, Robert Miller, o pai milionário resolveu que era o momento de dar o toque final, e contratou Herb Ritts, um grande fotógrafo, para fazer uma sessão fotográfica de suas preciosas filhas, que apareceram vestidas com roupas pretas de gosto impecável. As fotos foram enviadas às principais revistas de sociedade americanas e européias, junto com um breve currículo de cada uma e uma informação adicional: que o magnata havia dado o dote milionário de 15 milhões de euros.Os esforços começaram a dar frutos: a mais velha das irmãs, Pia Christina,  começou a namorar Christopher Getty, membro de uma das famílias que se incluem por direito próprio, no estabilishment norte americano, e o noivado se tornou oficial sem problemas. Casaram-se, separaram-se e hoje é vice-presidente da Sephora.
Pia
Pia e Christopher Getty: união de duas fortunas

Alexandra, a mais nova das Miller, começou a sair com Alexander von Fürstenberg, um desses príncipes sem coroa que fazem a delicia dos americanos ricos. Um sobrenome famosíssimo com uma antigüidade de séculos, Alexander era empresário e uma conta corrente recheada Não havia o que objetar. Alexandra se transformou na Sra. Fürsten von Fürstenberg. O marido é filho de Diane Von Furstemberg, e apesar da separação, ainda carrega o sobrenome pomposo, e trabalha com a ex-sogra.
Alexandra
Alexandra e Alex com seus filhos
O Principe Herdeiro da Grécia e sua esposa, e como ninguém é de ferro e adora uma Monarquia, agora vou contar a histórinha da única das irmãs Miller que continuam casadas. Adoramos Hapy Ends, não é?

Marie Chantal Miller é a princesa da Grécia.Bom, se a Grécia fosse uma monarquia. Ela se casou em 1995, com o herdeiro do trono grego, Pavlos Nicolás de Grécia, com quem tem cinco filhos.E Marie-Chantal, tornou-se princesa de verdade quando disse ''sim'' ao principe-gato, Pavlos Constantino numa cerimônia inequecível na catedral de Londres. Após o casamento, Marie-Chantal, que é americana, tratou de aprender grego, se converteu á Igreja Ortodoxa, religião da família de seu marido, e batizou seu filho do meio, em Peloponeso. Por essas e outras é adorada pelos gregos.O casal Miller-Constantino, vive em uma casa centenária e deslumbrante (capa e recheio da House and Garden, Life and Style e Architectural Digest), em Londres, com seus cinco filhos (Maria Olimpia, Constantino, Akileas, Odisseas e Aristides).
A família também possui uma mansão de veraneio na Espanha e um apartamento impressionante, em frente ao Central Park, em Nova York, onde moraram por alguns anos.
Ela e o marido Pablo, estão sempre juntos e parecem muito unidos, formam hoje, um dos casais mais queridos e admirados da nobreza européia.



Constantemente na listas das dez mais elegantes, Marie-Chantal, hoje com 41 anos, não leva uma vida de dondoca. Longe disso. Cuida dos cinco filhos ''com olho de lince e coração mole'', como ela diz, participa ativamente da ONG fundada pelas primas de seu marido, as princesas de Espanha, Helena e Cristina, e é proprietária de uma cadeia de lojas de roupas infantis na Inglaterra.
Suas criações começaram com uma pequena loja em Londres e hoje ela já exporta e tem franquia de suas lojas espalhadas por toda Inglaterra, Espanha e Grécia.
A revista People a elegeu recentemente uma das mulheres mais influentes e mais elegantes da europa.É uma Princesa moderna


Contos de fadas
Apesar da vida atribulada e glamurosa, Marie-Chantal, conhecida por seu temperamento dócil e espírito empreendedor, disse em recente entrevista á Vanity Fair, que o melhor momento do dia é quando volta para casa e encontra a sua família. Contos de fadas não existem, mas a bela princesa da Grécia tratou de inventar o seu. E cuida dele com carinho e afinco.