21 de dezembro de 2011
11 de dezembro de 2011
A Cor da Minha Parede Azul é....
Fãs me perguntam como é o nome da tinta da minha parede. A tinta é Suvinil, cor R 083 - Universo Paralelo. Lindo o nome, não é? Só peço para quando vocês forem postar no blog, por favor se identifiquem, para que eu possa responder. Muitas perguntas ficam sem resposta porque não deixam e-mail, nome, nenhum tipo de contato. Bom Domingo!
Cofre Particular...Encomende o Seu!
Este é o presente ideal para "quem tem tudo". Pesquisei e não encontrei nenhum Brasileiro na lista da famosa empresa alemã Dottling, que faz os mais luxuosos e exclusivos cofres do mundo. Ainda há tempo, portanto, de ser o primeiro a lançar a moda no Brasil. Os cofres são personalizados e você pode encomendar o seu, onde os seus tesouros mais secretos caibam direitinho. Um luxo, não é?
O de Karl Lagerfeld durou dois anos para ser construído, e chama-se Narcisus. O cofre vai custar a bagatela de U$ 340.000,00 - preço inicial - mas caso você queira colocar umidificadores para os seus charutos, bar para coquetéis, compartimento automatizado para os seus relógios e compartimentos para suas peças de coleção, o preço sobe um pouco. O cofre é todo feito a mão, e pode ser comprado na LA Closet Design, em West Hollywood.
9 de dezembro de 2011
Viajar, Aproveitar, Curtir....mesmo que Seja a Disney
Quando li o título do novo livro do publicitário Washington Olivetto, “Só os patetas jantam mal na Disney”, fiquei doidinha! Esse é assunto que me interessa demais, e fiquei animadíssima para ir à Livraria Cultura do Conjunto Nacional, onde aconteceu ontem a noite de autógrafos, em São Paulo. O cansaço de duas semanas exaustivas me venceu, mas resolvi postar sobre o livro, o qual ainda não li, pois o título me chamou a atenção. Morei algum tempo nos Estados Unidos, e sempre comi muítissimo bem lá, e afirmo que hoje em dia, não só em Nova Iorque, Chicago, Los Angeles e São Francisco se come bem... mas pasmem...cidades como Las Vegas e Orlando também tornaram-se mecas da cozinha internacional. Os grandes chefs do mundo inteiro se mudaram para onde os turistas deixam rios de dinheiro, e lá construíram filiais de seus famosos restos da Europa. Só os incautos e desinformados comem mal e detestam a comida dos Estados Unidos, pois naquele país você pode comer as melhores especiarias do mundo, sem pagar em euro e sem ser massacrada por garçons pedantes e que parecem que estão te fazendo um favor. Voltando ao livro, o descolado e inteligente Olivetto reúne uma série de artigos que contam algumas de suas experiências gastronômicas em restaurantes ao redor do mundo, dos mais simples aos mais sofisticados – tendo como chamariz a passagem que teve por Orlando com seus filhos e esposa.“Dou dicas para todas as classes sociais e todos os bolsos. Isso é o que mais me fascina. Mostrar que as coisas boas não são necessariamente sempre as mais caras”. Vou correndo comprar.....
5 de dezembro de 2011
Os Ricos Vão Para a Bahia...Os Pobres...Miami
Vivo falando para todos os amigos, meio como uma justificativa, apesar de não precisar de nenhuma, que viajar para o exterior é muito mais barato do que viajar dentro do Brasil. Tem uma amiga que tem um apartamento em uma praia na Bahia e que, todas as vezes que eu vou para Miami, onde AMO ficar na praia, ela me "zoa", dizendo que é diferente alguém ir para Miami para ficar tomando sol na praia. Digo que os ricos vão para a Bahia e os pobres para Miami. Enfim, provo por a+b que esta máxima é verdadeira, e para dar uma sustentada a mais nas minha máxima, publico artigo da Revista Isto É que está rolando no Facebook para voces lerem, pois é muito interessante! Enjoy!
Adriana Setti
No ano passado, meus pais (profissionais ultra-bem-sucedidos que decidiram reduzir o ritmo em tempo de aproveitar a vida com alegria e saúde) tomaram uma decisão surpreendente para um casal – muito enxuto, diga-se – de mais de 60 anos: alugaram o apartamento em um bairro nobre de São Paulo a um parente, enfiaram algumas peças de roupa na mala e embarcaram para Barcelona, onde meu irmão e eu moramos, para uma espécie de ano sabático.Aqui na capital catalã, os dois alugaram um apartamento agradabilíssimo no bairro modernista do Eixample (mas com um terço do tamanho e um vigésimo do conforto do de São Paulo), com direito a limpeza de apenas algumas horas, uma vez por semana. Como nunca cozinharam para si mesmos, saíam todos os dias para almoçar e/ou jantar. Com tempo de sobra, devoraram o calendário cultural da cidade: shows, peças de teatro, cinema e ópera quase diariamente. Também viajaram um pouco pela Espanha e a Europa. E tudo isso, muitas vezes, na companhia de filhos, genro, nora e amigos, a quem proporcionaram incontáveis jantares regados a vinhos.
No ano passado, meus pais (profissionais ultra-bem-sucedidos que decidiram reduzir o ritmo em tempo de aproveitar a vida com alegria e saúde) tomaram uma decisão surpreendente para um casal – muito enxuto, diga-se – de mais de 60 anos: alugaram o apartamento em um bairro nobre de São Paulo a um parente, enfiaram algumas peças de roupa na mala e embarcaram para Barcelona, onde meu irmão e eu moramos, para uma espécie de ano sabático.Aqui na capital catalã, os dois alugaram um apartamento agradabilíssimo no bairro modernista do Eixample (mas com um terço do tamanho e um vigésimo do conforto do de São Paulo), com direito a limpeza de apenas algumas horas, uma vez por semana. Como nunca cozinharam para si mesmos, saíam todos os dias para almoçar e/ou jantar. Com tempo de sobra, devoraram o calendário cultural da cidade: shows, peças de teatro, cinema e ópera quase diariamente. Também viajaram um pouco pela Espanha e a Europa. E tudo isso, muitas vezes, na companhia de filhos, genro, nora e amigos, a quem proporcionaram incontáveis jantares regados a vinhos.
Com o passar de alguns meses, meus pais fizeram uma constatação que beirava o inacreditável: estavam gastando muito menos mensalmente para viver aqui do que gastavam no Brasil. Sendo que em São Paulo saíam para comer fora ou para algum programa cultural só de vez em quando (por causa do trânsito, dos problemas de segurança, etc), moravam em apartamento próprio e quase nunca viajavam.
Milagre? Não. O que acontece é que, ao contrário do que fazem a maioria dos pais, eles resolveram experimentar o modelo de vida dos filhos em benefício próprio. “Quero uma vida mais simples como a sua”, me disse um dia a minha mãe. Isso, nesse caso, significou deixar de lado o altíssimo padrão de vida de classe média alta paulistana para adotar, como “estagiários”, o padrão de vida – mais austero e justo – da classe média europeia, da qual eu e meu irmão fazemos parte hoje em dia (eu há dez anos e ele, quatro). O dinheiro que “sobrou” aplicaram em coisas prazerosas e gratificantes.
Do outro lado do Atlântico, a coisa é bem diferente. A classe média europeia não está acostumada com a moleza. Toda pessoa normal que se preze esfria a barriga no tanque e a esquenta no fogão, caminha até a padaria para comprar o seu próprio pão e enche o tanque de gasolina com as próprias mãos. É o preço que se paga por conviver com algo totalmente desconhecido no nosso país: a ausência do absurdo abismo social e, portanto, da mão de obra barata e disponível para qualquer necessidade do dia a dia.
Traduzindo essa teoria na experiência vivida por meus pais, eles reaprenderam (uma vez que nenhum deles vem de família rica, muito pelo contrário) a dar uma limpada na casa nos intervalos do dia da faxina, a usar o transporte público e as próprias pernas, a lavar a própria roupa, a não ter carro (e manobrista, e garagem, e seguro), enfim, a levar uma vida mais “sustentável”. Não doeu nada.
Uma vez de volta ao Brasil, eles simplificaram a estrutura que os cercava, cortaram uma lista enorme de itens supérfluos, reduziram assim os custos fixos e, mais leves, tornaram-se mais portáteis (este ano, por exemplo, passaram mais três meses por aqui, num apê ainda mais simples).
Por que estou contando isso a vocês? Porque o resultado desse experimento quase científico feito pelos pais é a prova concreta de uma teoria que defendo em muitas conversas com amigos brasileiros: o nababesco padrão de vida almejado por parte da classe média alta brasileira (que um europeu relutaria em adotar até por uma questão de princípios) acaba gerando stress, amarras e muita complicação como efeitos colaterais. E isso sem falar na questão moral e social da coisa.
Babás, empregadas, carro extra em São Paulo para o dia do rodízio (essa é de lascar!), casa na praia, móveis caríssimos e roupas de marca podem ser o sonho de qualquer um, claro (não é o meu, mas quem sou eu para discutir?). Só que, mesmo em quem se delicia com essas coisas, a obrigação auto-imposta de manter tudo isso – e administrar essa estrutura que acaba se tornando cada vez maior e complexa – acaba fazendo com que o conforto se transforme em escravidão sem que a “vítima” se dê conta disso. E tem muita gente que aceita qualquer contingência num emprego malfadado, apenas para não perder as mordomias da vida.
Alguns amigos paulistanos não se conformam com a quantidade de viagens que faço por ano (no último ano foram quatro meses – graças também, é claro, à minha vida de freelancer). “Você está milionária?”, me perguntam eles, que têm sofás (em L, óbvio) comprados na Alameda Gabriel Monteiro da Silva, TV LED último modelo e o carro do ano (enquanto mal têm tempo de usufruir tudo isso, de tanto que ralam para manter o padrão).
É muito mais simples do que parece. Limpo o meu próprio banheiro, não estou nem aí para roupas de marca e tenho algumas manchas no meu sofá baratex. Antes isso do que a escravidão de um padrão de vida que não traz felicidade. Ou, pelo menos, não a minha. Essa foi a maior lição que aprendi com os europeus — que viajam mais do que ninguém, são mestres na arte do savoir vivre e sabem muito bem como pilotar um fogão e uma vassoura.
PS: Não estou pregando a morte das empregadas domésticas – que precisam do emprego no Brasil –, a queima dos sofás em L e nem achando que o “modelo frugal europeu” funciona para todo mundo como receita de felicidade. Antes que alguém me acuse de tomar o comportamento de uma parcela da classe média alta paulistana como uma generalização sobre a sociedade brasileira, digo logo que, sim, esse texto se aplica ao pé da letra para um público bem específico. Também entendo perfeitamente que a vida não é tão “boa” para todos no Brasil, e que o “problema” que levanto aqui pode até soar ridículo para alguns – por ser menor. Minha intenção, com esse texto, é apenas tentar mostrar que a vida sempre pode ser menos complicada e mais racional do que imaginam as elites mal-acostumadas no Brasil.
4 de dezembro de 2011
Presentes de Natal.....Dicas Chiquérrimas
Para os homens se inspirarem e colocarem nas caixinhas de presente um maxi anel do joalheiro Antonio Henrique, o mais cool da cidade, e encantarem as amadas na noite de Natal. Lindos, diferentes e únicos.
3 de dezembro de 2011
Havaianas, Camisetas...Athos Bulcão para o Natal
Athos Bulcao faz parte da minha vida cotidiana desde que cheguei em Brasilia, quando tinha 2 anos de idade. Na minha quadra, no meu bloco, na Igrejinha da 308, e em todos os lugares para onde eu olhava, eu via os azulejos do mestre. Gerações e gerações de Brasilia cresceram amando os desenhos abstratos e coloridos daquele que, junto com Burle Marx, Oscar Niemayer e Lucio Costa, fizeram nossa Capital. Depois de adulta, continuei cercada pelos famosos azulejos, especialmente o painel Ventania, que decora o conjunto de xícaras que vem dentro dessa caixa azul, e que fica no Congresso Nacional. Eu amo e acho muito bacana, e este é o presente que os visitantes estrangeiros recebem, ao visitar o Senado. Adoraria poder dar também um par de Havaianas, mas acho que não vão achar apropriado. Uma pena. Nos dias 8, 9 e 10 de dezembro de 2011, no restaurante Bela Sintra, vai acontecer o Bazar Athos de Classe. promovido pela Fundação Athos Bulcão, em parceria com a Art & Art Galeria. Lá serão lançadas inéditas serigrafias, relógios, copos e peças exclusivas das coleções das renomadas grifes Ronaldo Fraga e Maria Bonita, em homenagem às obras de Athos Bulcão. Não dá para perder. Vou comprar as Havaianas e dar para todo mundo que eu gosto, como presente de Natal. So nice, So good!
1 de dezembro de 2011
30 de novembro de 2011
Delineador adesivo da Dior.......Amei!
Quem adora maquilagem pode vibrar com a chegada do delineador adesivo no Brasil. A maior tendência de maquiLagem dos últimos tempos, a Velvet Eyes, lançado pela Dior Fashion Night Out, o delineador adesivo é uma imitação perfeita do traço do delineador, e deixa a gente linda em poucos segundos. O delineador adesivo da Dior, é simplesmente maravilhoso. Eu já experimentei e fica lindo, charmoso e diferente! O efeito é sensacional e chic, e o melhor de tudo, é reutilizável.
O preço no Brasil é salgado - R$280, 00, ou se quiser esperar e comprar quando viajar, lá é só U$55,00.. Olha que linda a Stephany Brito usando um. Eu amei o aveludado e o com cristais.




28 de novembro de 2011
Casa de Natal - Emilia Freitas !!
Minha mãe, Emilia Freitas, é conhecida por todos que admiram seu trabalho, uma fada! Ela é talentosa e seu Natal é o mais lindo de Brasilia! Na quarta-feira ela inaugura sua tradicional Casa de Natal, onde voces irão enlouquecer com suas lindas criações. A partir das 17 hs., na SHIS QL 2 conj 5 casa 13 Lago Sul.
Chegue cedo para comprar arranjos, guirlandas e centros de mesa que vão decorar sua casa tão lindamente que Papai Noel não vai querer mais sair de lá!
Chegue cedo para comprar arranjos, guirlandas e centros de mesa que vão decorar sua casa tão lindamente que Papai Noel não vai querer mais sair de lá!

25 de novembro de 2011
Antonio Henrique Convida
Meu amigo querido Antonio Henrique e Augusta Lobo estão convidando amigos e clientes para um espumante no final da tarde da segunda dia 28 de Novembro. Eu estarei lá na loja Antonio Henrique Jóias Únicas no Gilberto Salomão para ver as novidades e brindar ao sucesso do designer genial que faz as jóias mais lindas da cidade.
24 de novembro de 2011
Os Irmãos Freitag .....Gatos e Talentosos!
A Suíça não tem somente a Bally quando se fala em bolsas para homens. Tudo bem que a que as da foto não se comparam à marca famosa Suiça em vários aspectos: desde o conceito, público-alvo e posicionamento, mas não deixa de ser um belo exemplo de como uma idéia pode gerar um grande negócio. A FREITAG foi criada pelos irmãos Daniel e Markus Freitag. No inverno de 1993, entediados com o vaivém dos carros que passavam na avenida em frente do seu apartamento alugado, em Zurique, eles começaram a notar as lonas coloridas de caminhões. Estudantes de artes plásticas, eles não precisaram de muito tempo para enxergar ali uma oportunidade singela: criar uma bolsa impermeável para sair de bicicleta nos dias chuvosos a custo zero. A partir de matérias-primas que, via de regra, acabavam no ferro-velho (cintos de segurança e câmaras de ar, além da lona), eles inventaram um produto bonito, útil e sustentável, que logo fez a cabeça de consumidores. Naquela época, termos como reciclagem e responsabilidade social ainda não tinham entrado em moda, e eles nem suspeitaram que poderiam estar diante de um grande negócio.No primeiro ano, venderam 40 peças. Os pedidos foram crescendo exponencialmente e, em 2007, a produção alcançou 100.000. A tão falada sustentabilidade que virou palavra de ordem em todas as empresas de bancos à bolsas já estava na agenda dos irmãos: preferiram não investir um centavo em propaganda, e sim associar o nome da marca a ações de sustentabilidade e responsabilidade social. Embora muito conhecida por suas bolsas coloridas e até algo meio patchwork, eles acabaram de lançar a linha FREITAG REFERENCE, uma coleção com 22 peças entre todos os tipos de bolsas masculinas e acessórios. As peças dessa linha foram inspiradas em vários tipos de bolsas datadas de 1800, em que se ainda usavam bolsas atreladas aos cavalos,único meio de transporte existente. As cores são lindas, fortes e vibrantes. Olhas os nomes originalissimos:
os irmãos Freitag
Preto Abrupto, Rosa Pânico, Marron bruto, Antrax Absoluto!
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